A vacinação em cães e gatos é uma das estratégias mais importantes para proteger a saúde dos pets em todas as fases da vida. Além de prevenir doenças graves, algumas delas transmissíveis aos humanos (zoonoses), a vacinação garante segurança e qualidade de vida aos animais.
No Vet Popular, a imunização faz parte de um atendimento completo que inclui consultas, exames, cirurgias complexas, internação em diferentes níveis e tratamentos integrativos, como acupuntura, fisioterapia e laserterapia, sempre com atendimento humanizado e suporte presencial ou via WhatsApp.
Para saber mais sobre o assunto, continue a leitura e confira:
- por que a vacinação em cães e gatos é essencial;
- quais são as doenças preveníveis por meio da vacinação em cães;
- quais são os tipos de vacinas caninas;
- quais são os tipos de vacinas para gatos;
- quais são os benefícios da vacinação em cães e gatos.
Por que a vacinação em cães e gatos é essencial?
Manter a vacinação em cães e gatos atualizada é um ato de cuidado e amor. Ela ensina o sistema imunológico a se defender contra organismos que causam doenças específicas, produzindo anticorpos capazes de reconhecer e combater futuros ataques.
Mesmo animais vacinados ainda filhotes podem contrair enfermidades se os reforços anuais não forem aplicados, tornando a imunização contínua fundamental.
Além disso, a vacinação reduz a transmissão de doenças em ambientes com vários pets, protegendo tanto outros animais quanto os tutores.
O Vet Popular aplica protocolos personalizados, sempre considerando idade, histórico e condição de saúde do animal, e pode complementar a vacinação com medicina integrativa, incluindo fisioterapia, acupuntura e hidroterapia.
Quais são as doenças preveníveis por meio da vacinação em cães?
A vacinação em cães e gatos previne enfermidades graves, muitas delas fatais, garantindo segurança e bem-estar. Entre elas estão:
Cinomose
A cinomose é altamente contagiosa e silenciosa, afetando sistemas respiratório, digestivo e neurológico. Sintomas incluem tosse, diarreia, vômitos, febre, falta de apetite, prostração, dificuldade para respirar, convulsões e, em muitos casos, morte. Animais jovens e idosos são os mais vulneráveis e, quando o animal sobrevive, pode ficar com sequelas irreversíveis, sejam neurológicas e/ou motoras.
Parvovirose
A parvovirose é uma doença viral que causa inflamação no aparelho digestivo. Os sintomas incluem intensa diarreia líquida com sangue, odor característico, vômitos e emagrecimento rápido.
A desidratação é grave, e o animal precisa de cuidados intensivos e a enfermidade é especialmente perigosa em filhotes e pode levar à morte. O vírus tem alto poder de contágio, principalmente em locais com grande circulação de animais, e é extremamente resistente. Em casos raros, pode evoluir para complicações cardíacas.
Leptospirose
A leptospirose é uma doença que afeta tanto animais quanto humanos, sendo considerada uma zoonose. Ela é causada por bactérias presentes no organismo de roedores, inofensivas para eles, mas prejudiciais para cães.
A infecção provoca lesões principalmente nos rins e fígado e pode ser fatal, e o contágio ocorre pelo contato direto com animais infectados ou urina contaminada.
Seus sinais clínicos surgem em até sete dias, sendo o mais comum a icterícia, caracterizada por mucosas e pele amareladas. Em alguns casos, o animal pode não apresentar sintomas, mas ainda assim transmitir a bactéria.
Coronavirose
Transmitida por água ou alimento contaminado, a coronavirose canina atinge principalmente o sistema digestivo, causando vômitos e diarreia, frequentemente com sangue.
Uma forma menos comum é o coronavírus respiratório canino, que afeta o sistema respiratório e provoca sintomas semelhantes aos de uma gripe, conhecida como “tosse dos canis” ou traqueobronquite infecciosa canina.
Adenovirose respiratória
O vírus da adenovirose respiratória é altamente contagioso e, se não tratado, pode levar à pneumonia e até à morte. Existem dois tipos de adenovírus: o tipo I, principal causador da hepatite infecciosa canina, e o tipo II, que provoca a tosse dos canis, popularmente chamada de gripe canina.
Os sintomas do tipo II são mais leves e se assemelham aos da gripe humana, incluindo tosse, espirros, febre e secreção nasal.
Tosse dos canis
A traqueobronquite infecciosa canina, ou tosse dos canis, é frequentemente causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica em cachorros e pelo vírus Parainfluenza, podendo envolver outros vírus.
Ela é altamente contagiosa, e quase todos os cães de um mesmo ambiente apresentam sintomas, principalmente tosse seca e intensa, que muitas vezes é confundida com engasgo.
Parainfluenza
O vírus da parainfluenza pertence ao grupo da gripe humana e também pode ser combatido por meio da vacinação em cães. Sua transmissão ocorre rapidamente por contato com animais infectados, pelo ar, tosse, espirro ou objetos contaminados.
Os sinais clínicos são semelhantes aos dos humanos e incluem tosse seca e intermitente, tosse úmida, expectoração de muco branco espumoso, letargia, febre baixa, cansaço fácil, taquipneia, falta de apetite e ruídos pulmonares.
Hepatite infecciosa canina
A hepatite infecciosa canina é uma doença de rápida evolução que pode ser evitada por meio da vacinação em cães. Ela acomete o fígado e pode afetar os sistemas circulatório e neurológico.
Alguns animais desenvolvem uveíte (infecção ocular) ou conjuntivite, e essa é uma doença tão agressiva que filhotes não vacinados podem apresentar morte súbita. Além disso, animais infectados podem eliminar o vírus na urina por meses após a recuperação.
Giardíase
A giardíase é causada pelo protozoário Giardia lamblia, que habita o intestino. Tanto animais quanto humanos podem ser assintomáticos, mas ainda assim transmitir a doença.
Quando sintomática, provoca diarreia fétida, vômitos, desidratação severa, dores abdominais e perda de peso, sendo especialmente grave em filhotes. Sua transmissão ocorre pela ingestão de oocistos presentes na água, alimentos ou fezes de outros animais, que podem sobreviver por meses.
A vacina da giárdia não é obrigatória, mas é recomendada para cães que convivem com outros animais ou frequentam parques e creches. Caso o pet seja infectado, os sintomas costumam ser mais brandos e podem até se resolver espontaneamente.
Raiva
A raiva é uma doença viral grave, de alta importância para a saúde pública, transmitida principalmente pela mordida de animais infectados. Afeta o sistema nervoso, provocando alterações de comportamento que podem variar de excitação a depressão, além de dificuldade para engolir.
A vacina antirrábica é amplamente conhecida e fornecida pelo governo, que realiza campanhas anuais para combater a doença devido à sua gravidade e risco de transmissão aos humanos.
Leishmaniose
A leishmaniose visceral é uma doença grave que pode afetar cães e humanos, levando à morte em cerca de 90% dos casos. É transmitida pela picada do flebótomo Lutzomyia longipalpis, conhecido como mosquito-palha.
No Brasil, a fabricação e venda da vacina estão suspensas desde 2023, sem previsão de retorno. Por isso, recomenda-se o uso de pipetas, coleiras repelentes de mosquitos e medidas preventivas ambientais.
Quais são os tipos de vacinas caninas?
Muitas doenças podem ser prevenidas com vacinas polivalentes:
- vacina V6, V6 cachorro e V6 importada: proteção contra cinomose, parvovirose, hepatite, parainfluenza, coronavirose e adenovirose;
- vacina V8: inclui todas da V6 e previne dois tipos de leptospirose;
- vacina V10: similar à V8, com proteção para quatro sorotipos de leptospirose;
- vacina Puppy: protege filhotes contra cinomose e parvovirose, iniciando aos 30 dias;
- vacina contra giárdia, gripe e raiva: aplicadas separadamente, conforme necessidade do animal.
A vacinação em cães é um ato de prevenção de doenças em pets, essencial para proteção de filhotes e adultos, com reforços anuais de acordo com a orientação profissional.
Qual é o ciclo vacinal do cachorro filhote?
O ciclo vacinal do cachorro filhote é iniciado com a vacina Puppy aos 30 dias, seguido da vacina V6, V8 ou V10 entre 45 e 60 dias. Conforme orientação do médico-veterinário, os reforços são aplicados a cada duas ou quatro semanas até 16 semanas.
Já os animais adultos devem receber a vacina anual para cachorro e, além disso, protocolos individuais são adaptados para cães idosos, garantindo imunidade completa em todas as fases da vida.
Quais são os tipos de vacinas para gatos?
Agora que você já sabe mais sobre a vacinação em cães, entenda que a vacinação dos felinos deve ser individualizada, considerando a idade, histórico clínico e nível de exposição do animal.
O número de doses essenciais do filhote de gato depende do momento em que o processo vacinal é iniciado e do intervalo entre as aplicações. Embora alguns guias internacionais sugiram vacinação a cada três anos, no Brasil os fabricantes recomendam reforços anuais, e a legislação obriga a vacinação antirrábica todos os anos.
Panleucopenia
A panleucopenia é uma doença viral que afeta o aparelho digestivo dos gatos, acometendo principalmente filhotes não vacinados. Também conhecida como a “parvovirose dos gatos”, ela é transmitida principalmente pelo contato direto com fezes de animais infectados.
Os sintomas incluem vômito (acompanhado ou não de diarreia), febre, apatia, falta de apetite e desidratação, podendo ser grave sem tratamento adequado.
Rinotraqueíte
A rinotraqueíte felina é causada por um herpesvírus que acomete o trato respiratório superior. A doença é altamente transmissível, principalmente em ambientes com grande concentração de gatos.
Seus principais sinais clínicos incluem tosse, espirros, secreção nasal e ocular, febre e dificuldade para respirar, muitas vezes confundidos com um quadro gripal comum.
Calicivirose
A calicivirose é extremamente contagiosa e provoca doença respiratória nos gatos. A transmissão ocorre pelo contato com saliva ou inalação de aerossóis de gatos infectados. Os sintomas típicos incluem tosse, espirros, corrimentos nasais, febre e úlceras na boca, que podem dificultar a ingestão de alimentos e água.
Clamidiose
A bactéria Chlamydophila felis pode afetar os sistemas respiratório, oftálmico, gastrointestinal e reprodutivo do gato. No entanto, essa infecção bacteriana afeta principalmente os olhos dos felinos, ocorrendo frequentemente junto com outras infecções respiratórias.
Isso significa que, se não tratada corretamente, pode causar comprometimento permanente da visão. Seus sintomas incluem secreção ocular semelhante a pus e olhos avermelhados ou parcialmente fechados.
Leucemia Viral Felina (FeLV)
A FeLV é uma doença viral silenciosa e incurável, que compromete o sistema imunológico dos gatos, facilitando infecções secundárias e o desenvolvimento de alguns tipos de tumor, sendo os filhotes com menos de um ano os animais mais vulneráveis.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato com a saliva de animais infectados, com o leite materno, mordidas, caixas de areia e potes de alimentação contaminados. Não existe tratamento específico e a vacinação deve ser realizada somente após exames complementares de sangue (sorologia ou teste rápido).
Vírus da imunodeficiência felina (FIV)
A FIV, ou imunodeficiência felina, é causada por um vírus da família Retroviridae, semelhante, mas distinto, do HIV humano, mas a doença não afeta os seres humanos, ocorrendo com maior incidência entre gatos machos mais velhos e com acesso à rua.
A fase inicial da doença costuma incluir febre, diminuição dos neutrófilos sanguíneos e aumento dos linfonodos. No entanto, após alguns meses, a imunidade do animal cai significativamente, podendo ocorrer síndromes clínicas gastrointestinais, renais, hematológicas, neurológicas, oculares e reprodutivas.
Esses sintomas dependem da interação com outros agentes patológicos, enquanto alguns gatos, por outro lado, permanecem assintomáticos durante toda a vida.
Raiva
A vacinação antirrábica é tão importante para gatos quanto para cães, especialmente considerando o instinto de caça e a possibilidade de circulação externa dos felinos. Neles, a dose única deve ser aplicada a partir de 12 semanas de idade.
No Brasil, a vacinação em cães e gatos anual contra raiva é obrigatória, garantindo proteção e cobertura contra essa doença fatal, além de prevenir riscos à saúde pública.
Quais são os benefícios da vacinação em cães e gatos?
Como vimos até aqui, a vacinação em cães e gatos oferece proteção contra doenças graves e zoonoses, prevenindo complicações de saúde e até a morte. Além de reduzir os riscos em ambientes compartilhados, a imunização promove bem-estar, fortalece o sistema imunológico e contribui para uma vida mais longa e saudável para os pets.
Sendo assim, manter o calendário vacinal em dia é essencial para garantir segurança, qualidade de vida e tranquilidade para tutores e animais. No Vet Popular, todo o processo é integrado a tratamentos humanizados e integrativos, com:
- consultas, exames laboratoriais e de imagem;
- cirurgias complexas e internação adaptada;
- medicina integrativa: fisioterapia, acupuntura, hidroterapia e laserterapia;
- suporte presencial e via WhatsApp;
- parceria com o e-commerce Fãs de Pet.
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Agora você já sabe que manter a vacinação em cães e gatos em dia é essencial para saúde, bem-estar e longevidade. Além disso, contar com protocolos individualizados, reforços anuais e acompanhamento veterinário garantem imunidade completa.
No Vet Popular, oferecemos tratamento personalizado e humanizado, combinando vacinação, consultas, exames, cirurgias e internação adaptada, garantindo cuidado total do início ao fim. Aproveite para marcar sua consulta e garantir a cobertura vacinal do seu amigo peludo!


